Boletim informativo da Holos Consultores n. 62 - ano 16 - 01 Setembro de 2021

EDITORIAL

 

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ENFOQUE

Leitura interessante para crescimento profissional.

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“Ao mesmo tempo em que as mudanças levam algo de nós, elas trazem algo melhor. Esse talvez seja o principal motivo para nunca se rejeitar ou temer uma mudança. Por mais que não pareça, acredite, ela sempre é positiva.”

A atitude mais difícil no mundo é mudar. O homem tem sua vida por ciclos alternados: Prosperidade, escassez, movimento e paralisia, alegria e tristeza. Enfim, a mudança é diária e constante, só que nem sempre nos damos conta, ao menos que seja uma coisa muito maior do que as mudanças rotineiras citadas acima. Talvez a palavra MUDANÇA esteja sendo usada tantas vezes no cenário atual porque são mudanças que afetam a coletividade. Sei que chega a ser desgastante, mas a realidade é que estamos num momento histórico. Então se isso nos assusta, comecemos com mudanças simples como hábitos alimentares, familiares, lazer, convívio com as pessoas em casa, no trabalho e até mesmo nas redes sociais.

O fato é que se ficarmos esperando que algo grandioso aconteça porque o MUNDO está num processo de mudança, mas não começarmos a praticá-la no dia-a-dia em pequenas coisas, podemos nos perder no meio do caminho e ficar para trás. Temos que ser pró- ativos em todos os aspectos de nossa vida, seja ela pessoal, empresarial ou emocional. Mudarmos de comportamento, atitudes e olhar mais ao nosso redor. Por trás de cada um existe uma história e cada um com história diferente. Vamos olhar para o outro com olhar mais humano e menos crítico, ver além das aparências. Antes de mudar o mundo, vamos mudar no trabalho, em casa, com amigos e com o próximo. Vamos ter um olhar menos crítico e mais empático. Valorizar o que temos e quem somos. Muitos não tiveram o privilégio de passar por esse período intacto. Somos abençoados por isso, então que sejamos gratos e que saibamos compartilhar as coisas boas que temos.

As mudanças fundamentais em nossa vida dificilmente são operadas do lado de fora. A mudança exige autoconhecimento, coragem e determinação. E a adaptação a essa nova realidade já não é mais uma opção, é fundamental para o sucesso de qualquer pessoa em qualquer área da sua vida. Que sejamos seres humanos melhores de agora em diante: Melhores líderes, pais, filhos, irmãos e que tenhamos olhos para o próximo.

Márcio José Soares Pinto.

 

Sócio Diretor

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O que esperar do mercado de trabalho pós-pandemia

Em uma pesquisa realizada no Brasil, no período de 4 a 21 de maio, pela Robert Half, empresa de recrutamento que seleciona profissionais especializados para cargos de média e alta gerência, 78% dos entrevistados afirmaram que estão trabalhando em casa; 86% dos profissionais ouvidos gostariam de trabalhar remotamente com mais frequência, quando houver a retomada. Mas o que esperar do mercado de trabalho pós-pandemia? Certamente o mercado será impactado pelo desemprego e terá um ritmo de recuperação diferente para cada setor. O que se prevê é que quanto mais digital, mais rápida a recuperação.

A vantagem do home office é que podemos ter colaboradores do interior do país, morando em suas cidades natais e atuando remotamente em multinacionais, atendendo clientes de qualquer parte do Brasil e do mundo. Assim incentiva a contratação de talentos de diversas regiões. Já imaginou trabalhar em diversos desafios e projetos sem sair do lado da sua família e do conforto da sua casa?

A tendência é que sejam oferecidos alguns modelos de home office: full, parcial e flex (horário alternativo de trabalho), dependo do cliente, do projeto e do tipo de empresa. A certeza que temos é que o futuro do trabalho será diferente, estimulando a habilidade de autogestão dos colaboradores. Outro ponto que deve ser alterado é o volume de viagens corporativas, que tendem a diminuir. A pandemia mostrou que se pode viajar menos e continuar fazendo bons negócios.

O conceito "Digital First" deixa de ser tendência para ser o único caminho possível, ou seja, muitas ações permaneciam presenciais e físicas, como treinamentos e reuniões, pois havia uma incerteza sobre a efetividade do digital. Há vários meses estamos experimentando ações que nos surpreendem e nos impulsionam em termos de aprendizado e resultados. Outro ponto de observação é que o mercado de trabalho está focado nas habilidades emocionais dos executivos. Os líderes estão tendo que lidar com questões emocionais muito mais fortes neste momento. Uma combinação de preocupação com a saúde física e emocional dos seus times e, ao mesmo tempo, manutenção do foco nas entregas de resultados, pensando na construção do futuro. Neste momento de isolamento social cresce a ansiedade e, por isso, é importante que as empresas ofereçam treinamentos para dar apoio e suporte individual aos colaboradores.

É necessário investir em novas plataformas tecnológicas, ter um onboarding digital, processo pelo qual o novo colaborador passa pelas entrevistas, testes e admissão, sem contato físico com a empresa. Também é importante desenvolver um projeto interno de mentoria, onde mentores e mentorados possam se encontrar e falar de diversos tópicos como, por exemplo, inovação, carreira, tecnologia e outros. Os treinamentos com metodologias ágeis podem auxiliar no mapeamento de talentos, identificando colaboradores que estejam disponíveis para novos desafios e remanejamentos internos. Com o trabalho remoto, as possibilidades se potencializam ainda mais.

Com tudo isso, definitivamente o mundo mudou, os negócios estão se transformado e todos nós aprendendo com o novo normal. O importante é manter o equilíbrio, a confiança e criar uma experiência do colaborador cada vez mais humanizada e digital para enfrentar os desafios e transformá-los em grandes oportunidades para o futuro.

(*) Rodrigo Pádua, VP Global de Gente e Cultura do Grupo Stefanini

FONTE: https://stefanini.com/pt-br/trends/artigos/mercado-de-trabalho- pos-pandemia/

SEGURANÇA

Pandemia reforça importância da saúde e da segurança no trabalho

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A saúde e a segurança do trabalho são alguns dos focos de atuação da Justiça do Trabalho, especialmente por meio do Programa Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho (Trabalho Seguro), e merecem destaque no dia 27 de julho - Dia Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho. O contexto da pandemia e da crise econômica e sanitária reforça a existência de diferentes realidades no ambiente de trabalho, com pessoas exercendo suas atividades em home office e outros prestando, presencialmente, serviços essenciais à população. Nos dois casos, a saúde e a segurança passaram a ganhar ainda mais importância com as ações de prevenção ao contágio pelo novo coronavírus.

Com base nessa nova realidade, o Programa Trabalho Seguro definiu como tema de atuação no biênio 2020-2022 a “Construção do trabalho seguro e decente em tempos de crise: prevenção de acidentes e de doenças ocupacionais”. Entenda, nesta matéria especial, o que é saúde e segurança no trabalho

Trabalho decente em tempos de crise

A pandemia provocada pelo coronavírus tem agravado doenças físicas e psíquicas em razão dos desafios e das consequências da nova forma de vida e de trabalho, afetando, especialmente, a população mais vulnerável. O gestor nacional do Programa Trabalho Seguro na Região Nordeste, juiz André Machado Cavalcanti, da 13a Região, diz que a crise tem afetado a saúde do trabalhador de diversas formas. “Muitos foram obrigados a trabalhar em casa, muitas vezes sem condições para tanto; outros estão trabalhando em situações de extremo risco; e uma grande parcela está privada do trabalho, seja porque foram dispensados, seja porque são profissionais liberais ou empreendedores e tiveram que fechar seus negócios em razão da calamidade pública. Tudo isso causou uma situação de extremo estresse, forte tensão e muito abalo emocional”, assinala.

A preocupação vai além do momento atual, pois considera também as consequências e os riscos psicossociais do trabalho pós-pandemia. “É certo que o teletrabalho e a interação virtual, envolvendo a comunicação não presencial intermediada por e-mails, telefone, videoconferências e aplicativos como WhatsApp, serão integradas ao cotidiano de muitas empresas definitivamente”, afirma a desembargadora Márcia Bessa, do TRT da 11a Região (AM/RR), gestora nacional representante da Região Norte. “E aí surgem doenças novas, ou não tão novas assim, como o tecnoestresse e a infoxicação. Como identificá-las e preveni-las? Um dos desafios do futuro será lidar com os males advindos do uso excessivo da tecnologia. Surgirão muitos debates, especialmente em relação ao controle da jornada de trabalho”.

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CANTINHO DO AMIGO

Você sabia que cães idosos, assim como os humanos, precisam seguir uma rotina de vida saudável em suas idades mais avançadas para prolongar seus anos de vida?

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IDENTIFICANDO UM CÃO IDOSO: SINAIS E COMPORTAMENTO

Em idades mais avançadas, o cãozinho começa a ter uma pelagem de cores mais grisalhas, podem aparecer caroços e rugas, eles possuem bem menos disposição para brincadeiras e atividades que exigem muito esforço físico, além de ficarem bem mais dorminhocos. Prestar atenção nesses sinais e cuidar de seu bom amigo é um trabalho que pode demandar tempo, mas é muito recompensador poder cuidar de quem tanto nos alegrou, ao mesmo tempo em que garantimos seu bem-estar, qualidade de vida e boa saúde em sua última fase da vida.

CÃES IDOSOS: TEMPO DE VIDA

O tempo de vida dos cães é muito relativo por conta de suas raças e portes. Cães de pequeno porte, por exemplo, podem chegar à velhice por volta dos 11 anos de idade, enquanto outros cães de porte grande podem chegar à fase idosa a partir dos 7 anos de vida. Por causa dessa diferença de idade, em função da raça e do porte, é preciso estar sempre atento aos sinais de comportamento que o cão idoso demonstra, para que os devidos cuidados sejam dados aos nossos companheiros.

CÃES IDOSOS: SINAIS COMPORTAMENTAIS E FÍSICOS

Em seu comportamento podemos perceber a perda de capacidade física, onde notamos que o cãozinho não brinca e corre como quando era mais jovem e tinha disposição para brincar por horas com toda sua eletricidade. Ao invés disso, ele cansa de forma mais rápida que o comum. Ele também pode demonstrar uma sensibilidade maior em mudanças climáticas, como por exemplo, sentir mais frio que o habitual em climas de mais baixa temperatura ou cansaço demais em dias quentes. Outros sinais de comportamento que podem ser notados, são: principalmente a sonolência, falta de disposição, dormir por longos períodos, perda de apetite ou mudança no hábito alimentar, por exemplo, não comendo a quantidade habitual ou a diversidade de alimentos que comia quando mais novo. Um traço visual e fisicamente claro são seus pelos, que vão ficando manchados ou grisalhos, perdendo a maciez e seu brilho, a pele que pode vir a ficar um pouco mais flácida em algumas raças, aparecimento de rugas, caroços, coloração da pele diferente, como por exemplo, em suas barrigas – cães filhotes geralmente nascem com barrigas claras ou rosadas – já em idades mais avançadas essa coloração vai se perdendo.

ALIMENTAÇÃO PARA CÃES IDOSOS

Da mesma forma que a alimentação de filhotes é de uma forma e para cães adultos de outra, a alimentação para cães idosos também muda, afinal, é nesta fase da vida deles que se deve tomar mais cuidado. Dessa forma, é necessário que nossos amigos tenham uma alimentação saudável e rica em nutrientes, conforme sua idade e porte.

EXERCÍCIOS FÍSICOS

Apesar de o cãozinho estar mais preguiçoso e sonolento, como nessa fase ele possui muita predisposição a ter problemas de saúde, é preciso manter um estímulo para que ele faça atividades físicas, de preferência com uma rotina de exercícios. Passeios leves em temperaturas ideais podem ser muito bem-vindos, assim como brincadeiras leves no quintal ou dentro de casa. Não deixe que seu amigo fique apenas no tédio e deitado o dia todo sem aproveitar o dia nesta fase atual de sua vida.

CONCLUSÃO

Não deixe de notar os comportamentos de seu cão, tanto físicos quanto comportamentais. Deixe o ambiente e seu cão sempre limpos e higienizados para evitar doença. Mantenha diariamente uma rotina de alimentação e exercícios saudáveis para o seu cão e não se esqueça de frequentar o veterinário. Agora que você já sabe como cuidar de seus cães idosos, busque sempre manter seu querido amigo bem cuidado e com saúde para que a jornada dele aqui na terra seja leve, amável, muito longa e cheia alegria, paz e tranquilidade!

CANTINHO DA SAÚDE

Estresse prolongado

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Os especialistas concordam que o principal responsável pelas mudanças na nossa mente é a longa exposição ao estresse por tanto tempo, o estresse crônico. "Há níveis 'bons' de estresse. Se você precisa completar uma tarefa em um prazo apertado, uma vez que você completa, o estresse vai embora. Tudo acaba", exemplifica Michael Yassa, neurologista do Centro de Neurobiologia da Aprendizagem e Memória da Califórnia, nos EUA.

O isolamento social causa exposição prolongada ao estresse, impactando o volume de várias áreas do cérebro envolvidas em nossas

atividades diárias. "Mas quando o fim não está à vista, e o estresse continua por uma sessão prolongada, se torna problemático", explica Yassa à BBC News Mundo, serviço de notícias da BBC em espanhol.
É isso que está acontecendo com a gente na pandemia. Vivemos um estado prolongado de espera, de confinamentos e relaxamentos, restrições e medidas de proteção sem saber quando vamos recuperar o que hoje chamamos de normalidade.

O estresse prolongado libera cortisol e, se você tiver problemas contínuos com esse hormônio, ele pode afetar o volume de algumas áreas do cérebro.
A neuropsicóloga Barbara Sahakian, da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, tem analisado os efeitos do distanciamento social e da ansiedade durante a pandemia em nossa massa encefálica.

"Por meio de exames de imagem de pessoas socialmente isoladas, detectamos mudanças no volume das regiões temporal, frontal, occipital e subcortical, assim como no hipocampo e na amígdala", conta Sahakian à BBC News Mundo.

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Como o cérebro pandêmico nos afeta no dia a dia?

Sahakian dá um exemplo muito comum.
"Você para o carro em um estacionamento de vários níveis em um shopping. Você volta depois de várias horas. Por um momento, você se perde e não consegue lembrar onde deixou o carro. O hipocampo é a área do cérebro responsável por programar essa memória, justamente uma das áreas mais afetadas pelos efeitos da pandemia."
Os efeitos do chamado cérebro pandêmico podem ser observados

quando não lembramos onde estacionamos o carro. O hipocampo também está envolvido nos processos de aprendizagem.
Mas os efeitos do chamado cérebro pandêmico vão muito além de um leve comprometimento da memória ou declínio na capacidade de aprendizagem.

Há muitos receptores que são sensíveis ao cortisol, por isso várias redes neurais são afetadas o que se revela em nossas possíveis oscilações de humor frequentes, sentimentos de medo ou incapacidade de concentração, de realizar várias tarefas ao mesmo tempo ou tomar decisões, sem hesitação.

Isso se deve ao seu impacto no sistema límbico e na amígdala, sendo esta última responsável por nos fazer sentir emoções.
"Muitos pacientes descrevem uma sensação de 'névoa cerebral' e se queixam que não tomam mais decisões da mesma forma que faziam antes", explica Yassa.

Naturalmente, essa carga psicológica também é acompanhada por consequências fisiológicas irremediáveis.

FONTE: https://www.bbc.com/portuguese

ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL

Alimentos que combatem a ansiedade e o estresse

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Alimentos que combatem a ansiedade e o estresse

A alimentação para diminuir e controlar a ansiedade deve incluir alimentos ricos em magnésio, ômega-3, fibras, probióticos e triptofano, sendo interessante consumir banana e chocolate negro, por exemplo. Esses nutrientes ajudam a regular a flora intestinal e aumentam a produção de serotonina, também conhecida como hormônio da felicidade, promovendo o relaxamento e ajudando a combater a ansiedade.

Além disso, é importante também diminuir o consumo de alimentos ricos em açúcares e farinha de trigo, já que estão associados com alterações na glicemia e na produção de serotonina.

A ansiedade é uma condição psicológica em que a pessoa encontra-se em um estado de apreensão desagradável, resultando em uma preocupação maior do que a exigida pela situação. Esta situação pode causar sintomas físicos e psicológicos, como dor de cabeça, dor no peito, falta de concentração e aumento da vontade de comer, mesmo que não exista fome.

Alimentos e nutrientes que devem ser consumidos

Para ajudar no controle da ansiedade, deve-se aumentar o consumo dos seguintes alimentos:
1. Ômega-3
O ômega-3 é uma gordura boa e rica em EPA e DHA, ácidos graxos que melhoram o funcionamento do cérebro e reduzem a ansiedade. Alguns estudos verificaram que o consumo de pouca quantidade de ômega-3 poderia estar relacionado com algumas doenças, incluindo depressão e ansiedade. Por isso, é importante consumir alimentos ricos em ômega-3 como atum, salmão, sardinha, linhaça, chia, castanhas, e abacate. Em alguns casos, pode ser necessário também o consumo de suplementos de ômega-3, que devem ser indicados pelo médico ou nutricionista.

2. Magnésio

Alguns estudos sugerem que o magnésio poderia ajudar no tratamento do estresse e da ansiedade, pois melhoram a função do cérebro, no entanto são necessários mais estudos para confirmar essa relação. Esse mineral está presente em alimentos como aveia, banana, espinafre, sementes de abóbora, sésamo, linhaça e chia, e nos frutos secos como castanha do Pará, amêndoas e amendoim.

3. Triptofano

O triptofano é um aminoácido que ajuda na produção de serotonina, que é um hormônio essencial para evitar a ansiedade, o estresse, a depressão e a insônia. Esse aminoácido pode ser encontrado em alimentos como carnes, frango, peixes, ovos, banana, queijo, cacau, tofu, abacaxi, salmão, chocolate negro e frutos secos em geral, como castanha, nozes e amêndoas.

4. Vitaminas do complexo B

As vitaminas do complexo B, especialmente a B6, B12 e o ácido fólico, são importante reguladoras do sistema nervoso, e participam da produção de serotonina. Essas vitaminas podem ser encontradas em grãos integrais, como arroz integral, pão integral e aveia, e em outros alimentos como banana, espinafre e outros vegetais verdes.

5. Vitamina C e flavonoides

A vitamina C e os flavonoides são antioxidantes que reduzem o estresse e a ansiedade, ajudando no controle da produção hormonal. Seus principais alimentos são frutas cítricas, como laranja, abacaxi e tangerina, chocolate e vegetais frescos.

6. Fibras e Probióticos

O consumo de alimentos ricos em fibras promove a saúde intestinal, além de também ajudar a regular os níveis de açúcar no sangue e aumentar a sensação de saciedade, sendo uma excelente opção para as pessoas que possuem ansiedade. Alguns dos alimentos ricos em fibras são as frutas, vegetais, alimentos integrais, leguminosas, entre outros.

Alguns estudos científicos demonstraram que a disbiose, que é o desequilíbrio da microbiota intestinal, e a inflamação do intestino podem estar relacionadas com alterações emocionais, como ansiedade e depressão. Por isso, o uso de probióticos poderia ajudar a restabelecer o equilíbrio microbiano normal e, assim, poderia ter efeito potencial no tratamento e na prevenção da ansiedade e depressão. Os probióticos podem ser ingeridos através de alimentos fermentados, como o iogurte natural, kefir, tempeh e kombucha, no entanto também pode ser consumido na forma de suplementos que podem ser adquiridos nas farmácias.

Conheça mais sobre os probióticos e seus benefícios:


FONTE: https://www.tuasaude.com/alimentos-contra-a-ansiedade/
 

PRESERVE O MEIO AMBIENTE

Mudança do clima acelera criação de deserto do tamanho da Inglaterra no Nordeste

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Área desertificada no interior de Alagoas, onde fenômeno atinge 32,8% de todo o território estadual, o maior percentual em todo o Semiárido.
O último relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças

Climáticas (IPCC), divulgado em 9/8/2021, reforça que o Brasil abriga uma das áreas do mundo onde a mudança do clima tem provocado efeitos mais drásticos: o Semiárido. O relatório aponta que, por causa da mudança do clima, a região — que engloba boa parte do Nordeste e o norte de Minas Gerais — já tem enfrentado secas mais intensas e temperaturas mais altas que as habituais.

Essas condições, aliadas ao avanço do desmatamento na região, tendem a agravar a desertificação, que já engloba uma área equivalente à da Inglaterra (leia mais abaixo). Criado na ONU e integrado por 195 países, entre os quais o Brasil, o IPCC é o principal órgão global responsável por organizar o conhecimento científico sobre as mudanças do clima.

Área seca mais densamente povoada'

"O Nordeste brasileiro é a área seca mais densamente povoada do mundo e é recorrentemente afetado por extremos climáticos", diz o relatório. O IPCC afirma que essas condições devem se agravar: se na década de 2030 o mundo deve atingir um aumento de 1,5°C em sua temperatura média, em boa parte do Brasil os dias mais quentes do ano terão um aumento da temperatura até duas vezes maior.

Em várias partes do Semiárido, isso significa verões com temperaturas frequentemente ultrapassando os 40°C.
Hoje, segundo o IPCC, o mundo já teve um aumento de 1,1°C na temperatura média em relação aos padrões pré-industriais.

Para limitar o grau do aquecimento, é preciso que os países reduzam drasticamente as emissões de gases causadores do efeito estufa — como o gás carbônico, produzido pelo desmatamento e pela queima de combustíveis fósseis, e o metano, emitido pelo sistema digestivo de bovinos.

Morte da vida no solo

Para o meteorologista e cientista do solo Humberto Barbosa, professor da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), temperaturas extremas põem em xeque a sobrevivência no

Semiárido de micro-organismos que vivem no solo e são cruciais para a existência das plantas.
Há dois anos, Barbosa diz ter encontrado temperaturas de até 48°C em solos degradados no interior de Alagoas.

"A vegetação não crescia mais ali, independentemente se chovesse 500 mm, 700 mm ou 800 mm. Não fazia mais diferença, pois toda a atividade biológica do solo não respondia mais", afirma.

Sem vida no solo, aquela região se tornou desértica, como tem ocorrido em várias outras partes do Semiárido. Em 2019, o laboratório revelou que 13% de toda a região estava em estágio avançado de desertificação. Essa área engloba cerca de 127 mil quilômetros quadrados.

"Na nossa região, naturalmente não haveria um deserto, só que a gente tem hoje um deserto", ele diz.
Barbosa explica: segundo a ciência, climas desérticos (ou áridos) são aqueles onde o índice de chuvas é inferior a 250 mm por ano. Nessas condições, a sobrevivência de plantas e animais é bastante difícil — daí o aspecto vazio de boa parte das

paisagens desérticas. Mas essas condições climáticas não se aplicam a nenhuma região do Brasil, nem mesmo o Semiárido, que continua a receber entre 300 mm e 800 mm de chuvas ao ano. Ainda assim, a mudança do clima e o desmatamento criaram paisagens desérticas na região.

"O solo dessas regiões foi perdendo a atividade biológica, embora as chuvas continuem acima do que se espera para uma região desértica. Esse é o paradoxo", diz Barbosa.
Ele afirma que, nesse estágio, é praticamente impossível reverter o fenômeno. "O custo da recuperação de áreas desertificadas é alto, e no Brasil não temos capacidade econômica para fazer esse tipo de investimento."

Maior seca da história

Entre 2012 e 2017, o Semiárido enfrentou a maior seca desde que os níveis de chuva começaram a ser registrados, em 1850. Essa seca, que é atribuída às mudanças climáticas, ajudou a expandir as áreas desertificadas.

Barbosa diz que a pandemia dificultou a realização de viagens para medir o progresso da desertificação após 2019, mas tudo indica que o fenômeno segue avançando.
A área já desertificada equivale ao tamanho da Inglaterra, cerca de três vezes o tamanho do Estado do Rio de Janeiro, ou a 23

vezes a área do Distrito Federal. Essas terras não são todas contíguas e ocupam diferentes partes do Semiárido. Enfrentam, ainda, diferentes graus de desertificação, embora em todas o fenômeno seja considerado praticamente irreversível.

Alguns dos principais núcleos de desertificação ficam em Gilbués (PI), Irauçuba (CE), Cabrobó (PE) e no Seridó (RN).

Imagens de satélite mostram avanço da desertificação na região de Cabrobó (PE)

em 1969

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Imagens de satélite na região de Cabrobó (PE) em 2020

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E o futuro?

Segundo o relatório do IPCC, sem ações contundentes para conter a mudança do clima, a Caatinga e outras regiões semiáridas do mundo "vão muito provavelmente enfrentar um aquecimento em todos os cenários futuros e vão provavelmente enfrentar um aumento na duração, magnitude e frequência das ondas de calor". "De forma geral, as secas se ampliaram em muitas regiões áridas e semiáridas nas últimas décadas e devem se intensificar no futuro", diz o texto. Os maiores prejudicados pelas mudanças serão as populações locais: segundo o IPCC, elas tendem a enfrentar oscilações na quantidade e regularidade de água, o que impactará gravemente sua "segurança alimentar e prosperidade econômica".

FONTE: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-58154146

VAMOS SER MELHOR QUE ONTEM

 

Na sessão “VAMOS SER MELHOR QUE ONTEM”, escolhemos para este editorial o palestrante e escritor: Daniel Godri.

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Destacando-se como um dos profissionais mais brilhantes no palco quando falamos sobre o segmento de palestras, Daniel Godri oferece algo que vai além de treinamentos e palestras. Na verdade, seu conteúdo é apresentado ao público de uma forma única, sendo considerado um verdadeiro show de conhecimento carregado de lições de vida impactantes.

É inegavelmente, hoje, um dos palestrantes mais requisitados do país. Além de palestrante, Daniel Godri é um escritor de sucesso. É autor do livro “Conquistar e Manter Clientes”. A obra foi indicada pelo Cmte. Rolim da TAM e pelo Programa de Televisão “Pequenas Empresas, Grandes Negócios” da Rede Globo, figurando ainda na lista dos livros mais vendidos da Revista Veja.

O livro “Conquistar e Manter Clientes” fala sobre práticas diárias que todos conhecem, mas só os Bem-Sucedidos utilizam.

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Este livro traz 31 práticas diárias de marketing que ajudam a conquistar e fidelizar o cliente. A importância dos detalhes, a persistência e o comprometimento são algumas delas

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EVENTOS

 

Ainda não voltamos à rotina normal de cursos e treinamentos, Estamos nos adequando à nova realidade para que nossos colaboradores continuem desempenhando suas tarefas com segurança, qualidade e compromisso com o cliente. Os cursos e treinamentos indispensáveis estão sendo disponibilizados em plataformas internas da empresa, grupos específicos de whatsapp e videoconferências – como dito na edição anterior.

Esperamos que, em breve tenhamos novos conteúdos para publicação.

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